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WEBINAR: Planejamento de Marketing Digital

Conheça as práticas de sucesso das marcas mais bem-sucedidas na web

 

 

Como Aplicar Inbound Marketing para a sua empresa

Entenda mais, neste webinar, sobre Inbound Marketing, como aplicar a jornada de compra no seu negócio e alavancar os seus resultados pelos canais digitais.

Apresentação:
Eduardo Fonseca (CEO da Agência WCK)
Daniel D’Amelio (Consultor de Parcerias Estratégicas da Resultados Digitais)

 

 

Sua agência ainda não faz Inbound Marketing para si mesma?

inbound marketing

Você não está fazendo Inbound Marketing para sua a própria agência? Prepare-se para refletir: “Não acredito, eu confirmei o ditado ‘casa de ferreiro, espeto de pau’”. Isso mesmo. O tempo passa e muitas agências de marketing digital continuam com as mesmas práticas da década passada, ou seja: cair na loucura de ser um entregador de peças de comunicação, com pouco planejamento e falta de processos definidos. Isso poderia não ser um problema, porém, a desorganização arrefece a criatividade e elimina oportunidades de novos negócios.

Não gosta de ditados? Perdoe-me. Entretanto, lá vai mais um: “O gato subiu no telhado”. Isso mesmo, você está perdendo oportunidades de crescer sustentavelmente por conta da sua própria estratégia – ou a falta de um modelo estratégico aplicado. O Inbound Marketing não vale apenas para o seu cliente,o Inbound Marketing vale para você também.

Compartilho a seguir 5 desculpas comuns afirmadas pelas agências que não praticam (nada ou pouco) Inbound Marketing para o seu próprio negócio. Como forma de tópicos, usei algumas frases que já ouvi de diferentes agências do mercado.

1) “Não precisamos de Inbound Marketing”

Não parece, mas muitas agências de marketing digital que estão utilizando as técnicas de Inbound Marketing para os seus clientes acreditam não precisar de ações de gerações de Lead e de relacionamento com oportunidades via conteúdo. Então eu lhe pergunto: “Como ser uma referência em sua área de atuação?”

Conheci agências com anos de experiência no mercado que perderam várias contas de uma única vez. Algumas não estavam prontas para uma turbulência dessas. A ironia é que todas as que passaram por isso negligenciaram o Inbound Marketing para si, priorizando, exclusivamente, o cliente. Foco no cliente não é erro. Errar é não ter uma estratégia de posicionamento de mercado para diversificar a carteira de negócios.

2) “Só uso ferramentas de marketing digital para os meus clientes, e está bom assim”

Ok, o dia a dia é pesado. Muitas tarefas, pessoas, atendimento ao cliente, contas a pagar, whatsapp etc. Realmente, é difícil equilibrar os pratos e ser produtivo. Mas veja os casos anteriores. Agências que perderam seus clientes repentinamente. A correria faz parte do jogo.

Com a quantidade de ferramentas (verticais, integradas, pagas e gratuitas), não há motivo para não aplicá-las para a própria agência. A equipe já tem know-how, sabe o que precisa ser feito. Basta priorizar e fazer. Se a equipe estiver bem organizada, pode, tranquilamente, executar as tarefas com foco no resultado final.

Leia também: Ferramentas de marketing para agências de Inbound Marketing

3) “Inbound Sales não serve para nós”

Desconhecer o processo de Inbound Sales não é incomum. Não por menos, ainda é um assunto novo para o mercado de agências e consultorias de marketing digital. E, também, ninguém está falando para substituir, totalmente, o processo Outbound por Inbound. Os diretores, gerentes de contas, entre outros, precisam conhecer o negócio do cliente. Nada como um contato “téte-a-téte” para rebuscar o briefing e alinhar as expectativas de ROI.

O problema é afirmar, categoricamente, que o Inbound Sales não vale para o seu próprio negócio.Conheço agências que fazem esse trabalho – e muito bem. Na maioria das vezes, essas empresas – que adotam o Inbound Marketing juntamente com Inbound Sales – adicionam os seus conhecimentos de mercado e, quando chega ao final da nutrição do Lead (ao se tornar uma oportunidade negócio), são realizadas reuniões presenciais de fechamento da nova conta.

Repare, as agências fazem toda a estratégia de Marketing de Conteúdo e, após o Lead passar pelas etapas por etapas de aprendizado com esses conteúdos, chega a hora do gerente comercial entrar em ação.

Leia também: Funil de vendas – por que sua agência deve conhecê-lo  e A sua agência sabe vender para Inbound Leads

4) “Não sei como reestruturar a minha equipe”

Esse é um desafio mesmo. Principalmente, se a sua agência tiver mais de 10 anos de mercado e/ou tem forte atuação em ações offline. É uma mudança de visão de negócio. Sabendo disso, o primeiro passo é redefinir o modelo de negócio da agência, prevendo ações de curto, médio e longo prazo.

Ao definir a estratégia, os funcionários precisam ser comunicados. As pessoas são fundamentais em um processo de mudanças. Elas precisam acreditar no propósito. Para isso, apresente qual a estrada deve ser seguida e seja franco: buracos e desvios podem acontecer. Existem ferramentas online e colaborativas que ajudam estruturar a organização interna, exemplos:

Leia também: como contratar e como adaptar minha equipe off para o digital

5) “Não tenho tempo para produzir conteúdo”

Organização pronta; estratégia definida; agora é a hora de pôr a mão na massa e distribuir as tarefas internamente. Com papéis e responsabilidades bem organizados, as ações de marketing podem começar a a ser produzidas. A orientação é básica mas precisa ser feita. Defina as personas para a sua agência e, depois, defina os conteúdos básicos, intermediários e avançados para transformar de visitantes em Leads e oportunidades de negócios. O posicionamento é fundamental.

Dúvida? Veja como a Flammo se organizou e começou a produzir conteúdo.

Pare para pensar. Imagine uma situação hipotética. Você tem verba e estrutura para fazer um jantar ‘chique’ em sua casa. Você contraria o Olivier Anquier (Que Marravilhaaa!) ou a Ana Maria Braga? Já sei, se você for uma mulher lendo esse texto vai dizer: nenhum dos dois, prefiro o Rodrigo Hilbert (risos). Voltando… O Olivier (GNT) é uma pessoa pública e passa confiança quando está na cozinha. Já a apresentadora do “Mais Você” (Rede Globo) sabemos que, dificilmente, cozinha em sua própria casa quiçá fora (mesmo que diga o contrário).

Por quê a comparação? Ambos fizeram fama usando a culinária para chegar ao sucesso, ou seja, usaram o tema para se posicionar e ter produtos licenciados, participar de eventos, contratações de patrocínios, entre outros. Agora se volte para o seu modelo de negócio. Qual o seu core business? O que você se diferencia e faz melhor do que qualquer um? Por que, então, o Google não te referencia na primeira página do seu sistema de busca?

Você pode até escolher ser uma Ana Maria Braga, mas saiba que estará mais propenso a conquistar clientes que querem resultados rápidos e instantâneos (típicos da grande mídia). Já um Olivier Anquier pode até não vir a ter um programa em canal a cabo no futuro próximo (hipótese apenas), mas, certamente, o seu lugar será na cozinha.

O mesmo vale para a sua agência. Como você quer vender um bom projeto para o cliente se não fala rotineiramente nas mídias (próprias, pagas, sociais etc.) daquilo que mais entende?

O cliente para confiar precisa acreditar no que você fala. Se tiver um blog atualizado, e-books, infográficos videos tutoriais em dia, o esforço de comprovar a sua eficácia ao prospect será muito menor.

Leia também: Marketing de conteúdo: ótima opção de negócio para sua agência e seus clientes

Clientes mais satisfeitos, com a sua agência estruturada e gastando menos, não seria bem melhor assim? Pense nisso e deixe a sua experiência,abaixo, no formulário de comentários.

 

Conteúdo: sua agência está prestando atenção nele?

Em novembro do ano passado, ao participar de um evento no Rio de Janeiro, Jonathan Mildenhall (VP de excelência de conteúdo global da Coca-Cola) declarou: “as nossas agências de publicidade agora têm como desafio de não apenas apresentar soluções publicitárias clássicas, mas, sim, pensar em plataformas de conteúdo.” Com o recado, o executivo acentuou a discussão sobre algumas das mudanças que as agências de publicidade tradicional estão passando para acompanhar a evolução do mercado. Não apenas no âmbito digital, em todas as formas de comunicação.

O assunto não é novo, mas quando um alto executivo de uma das maiores anunciantes do mundo faz uma afirmação como essa, de forma categórica, o debate pode estar mudando de estágio a olho nu.

 

Pelo mundo afora, encontramos muitas ações de conteúdos englobadas às estratégias das marcas. ARed Bulletin Magazine (da Red Bull), por exemplo, é uma das revistas mais lidas do mundo. A 3M Inovação, com dicas inspiracionais e educativas, mantém o website para aproximar os seus clientes e fornecedores. Já a Intel, com o canal Diálogo TI, apresenta informações técnicas com o público-alvo.  E o que esses exemplos têm em comum?

 

Conteúdo e relevância no ramo de atuação do cliente

Quando a Red Bull decide investir fortemente nos esportes radicais e, consequentemente, na produção de conteúdo relacionado ao tema, passa a mensagem de ser referência no assunto. O consumidor, ao adquirir o seu produto, entende a estratégia relacionada. O conteúdo não é desconectado da marca, eles andam juntos.

Muitas vezes o consumidor quer fazer parte e se envolver com sua marca favorita. Outras vezes ele quer aprender, se informar e se aprofundar no tema X que o negócio oferece. Por isso, o conteúdo deve ser relevante e coerente com a necessidade dos públicos-alvo da empresa. Falar que faz marketing de conteúdo e produzir inúmeros conteúdos não é uma barreira. O diferencial é saber o que, quando, onde e como entregar o conteúdo.

 

Conteúdo para ser encontrado

Segundo uma pesquisa feita pela Power Reviews, 79% dos entrevistados afirmaram realizar ao menos metade de suas pesquisas sobre um produto na internet antes de fazer uma compra. E mais: 15% dos pesquisados afirmou gastar 90% ou mais de seu tempo online pesquisandoprodutos.

A Google, em seu estudo o Momento Zero da Verdade, fala sobre a mudança no processo de compra dos usuários e a importância de conteúdo para ser encontrado antes mesmo de eles chegarem à prateleira.

Um bom trabalho de otimização (SEO) ajuda na hora de deixar o cliente bem posicionado para ser encontrado pelo público.

 

Como atrelar conteúdo com resultados

As agências, atualmente, enfrentam o dilema de cada vez mais comprovar o retorno sobre os investimentos (ROI) feitos em marketing digital. O marketing de conteúdo entrega resultados porque tem um objetivo: encaminhar o potencial cliente durante toda a jornada de compradesde o primeiro contato até se tornar consumidor, de fato, dos produtos ou serviços das empresas. E até além disso: reter os clientes atuais, fazê-los comprar novamente, divulgar a marca e defendê-la.

Nas estratégias de Inbound Marketing, o conteúdo tem alguns papéis: atração de visitantes, conversão deles em Leads, relacionamento para levá-los a ser clientes e relacionamento pós-venda. (Veja mais sobre cada etapa neste post.) É um ciclo completo, o que significa que quanto mais a estratégia de conteúdo do seu cliente estiver alinhada com a estratégia comercial, maior a probabilidade de resultados vindos de canais de informação como blog, mídias sociais, site e etc.

Exemplos podem ser: blog para atração de visitantes sobre um tema relacionado à área de atuação do cliente, conteúdos atrás de formulários (eBooks, webinars) para a geração de Leads, infográficos para educar Leads e deixá-los mais preparados para a compra e por aí vai.

 

E então? Como está a sua agência diante desse cenário? Recomendo uma reflexão sobre a sua situação e como quer tê-la posicionada nos próximos anos.

 

Ferramentas de marketing para agências de Inbound Marketing

softwares_marketing_digital
O que no dia a dia de uma agência de marketing digital é mais importante? Processo criativo, otimização da equipe, análise de ROI e prestação de contas para os clientes. Certamente, esses itens estão entre os principais. Correto? E para que esses objetivos sejam alcançados e o seu time esteja produtivo e focado na qualidade, é importante que as ferramentas de trabalho escolhidas sejam as mais adequadas.

Pensando nisso, fizemos um levantamento dos principais softwares online (disponíveis na nuvem) para os prestadores de serviços focados em Inbound Marketing. Confira a lista abaixo, que dividimos entre as 5 etapas da metodologia: atração, conversão, relacionamento, venda e análise.

 

1 – Atração

O primeiro passo – e fundamental – para gerar bons resultados deve ser a impulsão de acessos ao site e/ou portal do cliente. O processo de atração de visitantes tem que estar bem planejado, englobando produção e divulgação de conteúdo, técnicas de SEO e compra de mídia. É o momento em que o usuário chega ao canal do cliente e inicia sua jornada de compra com a empresa.

Produção de conteúdo

A redação e publicação de conteúdo deve ser um ‘braço operacional’ muito bem organizado. As sugestões são:

    • WordPress: edição de posts para o blog. Atualmente, a ferramenta mais popular para publicação de textos.
    • Pixlr: para ajustar, recortar e editar imagens rapidamente.
    • Hootsuite: publicação e agendamento de posts em redes sociais.

 SEO (Search Engine Optimization)

Você precisa que o sistema de busca do Google encontre rapidamente os conteúdos, produtos e serviços do seu cliente. Confira ferramentas para monitorar e melhorar a estrutura orgânica de sites:

SEM (Search Engine Marketing)

A maneira mais fácil de ser encontrado em mecanismos de buscas é a compra de palavras-chaves corretas para cada persona do seu cliente. Algumas dicas:

    • Semrush: análise do tráfego, CPC e concorrência de palavras.
    • Google Keyword Planner: ajuda no planejamento da sua campanha no Google Adwords

 

2 – Conversão

Com o planejamento sendo colocado em prática e as ações de atração gerando resultados, comece a fazer com que os visitantes se tornem Leads. Confira algumas ferramentas que lhe colocarão em outro patamar de geração de resultados para os seus contratantes.

Landing Pages:

Com um simples formulário contendo informações objetivas e “call-to-action” corretos, a empresa passa a gerar e conhecer sua base de cadastros. opções para criar essas páginas de coversão:

    • Unbounce: plataforma que ajuda na edição de templates de Landing Pages.
    • Visual Website Optimizer: realiza testes A/B e ajuda impulsionar resultados.
    • Optimizely: também realiza testes A/B mas com avaliação da estrutura das páginas.

 

3 – Relacionamento

Com o Lead gerado, passamos à etapa seguinte: o relacionamento. Basicamente, é preciso entender quem é o seu público, o seu comportamento, ouvir o que ele tem a dizer e entregar o conteúdo que ele precisa no momento certo. Isso faz com que o Lead se sinta cada vez mais confiante na empresa, entendendo melhor os seus produtos e serviços.

Email marketing

Um dos canais mais efetivos para se relacionar com a base de Leads é via email. Você pode utilizar ferramentas que ajudam na criação e, ainda, disparam e-mail marketing para as listas selecionadas.

    • MailChimp: oferece modelos prontos e disparo para até 2.000 contatos gratuitamente.

Automação

Uma maneira para ganhar produtividade é automatizar o relacionamento de forma inteligente, de acordo com o perfil e interesse dos Leads:

    • RD Station: possibilita a criação fácil de fluxos de automação e análise de resultados

Mídias sociais

Hoje, o chamado ‘Atendimento 2.0’ se tornou uma das prioridades para várias empresas. Saber o que se diz sobre a sua marca e pode se relacionar e responder prontamente, se tornou uma vantagem competitiva.

    • Tweetdeck: rastreia todos os comentários citando a marca do cliente e pode já responder instantaneamente, evitando possíveis crises nas redes sociais.

Chat

Muitas empresas se aproximam dos clientes apenas inserindo o recurso de chat online em seu site. Com ele, usuários tiram dúvidas, solicitam demonstrações e até iniciam uma compra.

    • Olark: rastreia as páginas acessadas pelo usuário e faz contatos automaticamente com o usuário, antes mesmo de um atendimento chamá-lo.

Comentários

É importante entender o que as pessoas acham do conteúdo do seu cliente. Veja como fazer isso:

    • Disqus: ferramenta para disponibilizar nas páginas internas com o objetivo de promover comentários e relacionamento com o público.

 

4 – Venda

Um dos grandes gaps atuais do mercado é a distância entre as áreas de vendas e marketing das empresas. Você pode ajudar o seu cliente minimizando esse problema. Além das etapas descritas acima, é possível fazer a área comercial se organizar e comunicar melhor:

CRM (Customer Relationship Management)

Se você fez todo o trabalho de marketing digital correto, o ideal é que após a passagem de Leads para o time comercial venha a venda final. Não é mesmo? Para isso, você pode criar fluxos de comunicação com a equipe de vendas:

    • Pipedrive: software de administração do processo de vendas. Quando bem configurado, pode receber Leads automaticamente e integrar outras ações entre sua agência e o time comercial do cliente.

Emails

Você sabia que um dos problemas mais comuns são os emails mal redigidos? Você pode ajudar a força de vendas criando mensagens pré-prontas (scripts) para que o mesmo se comunique corretamente.

    • Yesware: ferramenta possibilita rastrear a abertura de e-mails e ainda na criação dos scripts a serem disparados a cada etapa da venda.

Agendamento

Não é a função da agência, mas essa dica para o cliente mostra que você está interessado no resultado final das vendas:

    • YouCanBookMe: o vendedor cria um usuário, sincroniza com a agenda online e o prospect pode escolher o horário em que deseja marcar a reunião.

 

5 – Análise

Pronto, a sua agência contribuiu diretamente em todo o processo de marketing digital e vendas do cliente. Agora é hora de analisar e provar os resultados. Não minimize esforços para mostrar ao seu cliente o valor dos seus serviços. Faça isso e garanta a renovação do contrato ou a adição de novos serviços.

Tráfego e conversões

Analisar o tráfego gerado, quais os principais canais de aquisição de visitantes, os conteúdos mais consumidos, entre outras informações, traz insighits muito importantes para a otimização da estratégia de Inbound Marketing.

    • Google Analytics: o software grátis e mais famoso do mercado ainda é a melhor opção para monitorar e gerar os relatórios para o seu cliente. Invista tempo na configuração e na preparação da sua equipe para comprovar os retornos gerados com as ações digitais.

Mídias sociais

As ações no Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin e etc devem ter seus resultados comprovados:

    • Social Bakers: uma das referências do mercado, é conhecida pelos seus relatórios mostrando o que a marca está fazendo para se tornar referência no respectivo segmento de atuação.

Business Intelligence

A análise de resultados baseada em estatísticas ajuda – e muito – a entender profundamente o cenário do negócio do cliente e a tomar decisões estratégicas:

    • Marketing BI: recentemente lançada, a funcionalidade possibilita mostrar ao seu contratante o real impacto dos esforços de marketing para o negócio dele.

Após coletar os resultados das ações, é preciso preparar as informações e apresentar ao cliente. Essetemplate de relatório mensal pode ajudar a compilar os dados e provar o valor do que foi feito.

 

Post publicado originalmente, sob minha autoria, no blog Agências de Resultados.

4 ações de Marketing Digital enquanto o seu cliente não tem um site

Ações novo website


“O meu cliente me pediu para desenvolver um novo website, mas o que posso fazer para começar (ou continuar) a gerar resultados para a empresa dele?”
 Quantas vezes você já se viu nessa posição? Acredito que algumas vezes. Por isso, listamos algumas possibilidades de ações que podem ser feitas enquanto o site do cliente não fica pronto.

Na prática, isso significa desenvolver uma estratégia de marketing digital que possa ser aplicada paralelamente ao desenvolvimento do site, sem depender dele. Ao fazer isso, o cliente fica feliz com os resultados de tráfego, conversões e vendas ocorridos no período e você consegue provar o valor dos seus serviços.

Para facilitar, preparamos dicas de como desenvolver quatro iniciativas de marketing digital enquanto o seu cliente não tem o novo website. Confira!

Criar um Blog

Mais rápido, mais simples, mais barato. O blog é uma ótima opção para atrair os visitantes e  tornar seu cliente uma autoridade no seu ramo de atuação. A oferta de conteúdos relevantes para o público o fará ser encontrado na internet e se tornar uma referência no tema. Enquanto o site mantém informações mais estáticas sobre a empresa e seus produtos, o blog deve estar constantemente oferencendo conteúdos interessantes para o público e atraindo esse tráfego.

Além disso, esse conteúdo, determinante na experiência do usuário com a empresa, poderá ser aproveitado nas mídias sociais e em fluxos de automação, além de ser um ativo constante de geração de visitas para o site – posts publicados anos atrás podem continuar sendo fonte de muitas visitas.

Por isso, enquanto o site está em desenvolvimento, coloque o blog no ar. E não se esqueça: cada post deve estar relacionado com o objetivo de negócio do seu cliente e ter em mente o que é relevante para seu público. Veja aqui como desenhar personas e estabelecer conteúdos para elas nas diferentes etapas da jornada de compra.

Gerar Leads em Landing pages

Atrair tráfego e tornar o cliente uma autoridade é essencial, mas você pode ir além. Mesmo sem estar com o site no ar, é possível gerar Leads para seu cliente e ir construindo um ativo de contatos que poderão ser futuramente oportunidades de novos negócios para ele. Isso pode ser feito com a criação de Landing Pages, páginas que oferecem algum conteúdo para o público em troca de informações do visitante.

Com essas informações em mãos, poderá ser iniciado um relacionamento com essas pessoas de acordo com o seu perfil, interesses, etc. Neste vídeo, Eric Santos explica como construir esse relacionamento para gerar resultados.

Em geral, essas páginas de conversão são fáceis de serem criadas. Outra vantagem é que elas ficam hospedadas na própria ferramenta que as oferece, como é o caso do RD Station.

Estar presente nas Mídias Sociais

Hoje em dia, a empresa que não estiver presente nas mídias sociais perde a oportunidade de usar esses canais para alguns objetivos importantes: relacionamento com o público, coleta de feedbacks e geração de tráfego para outras páginas de interesse da empresa.

Todos sabem que as mídias sociais são lugares de relacionamento, é onde seu cliente tem a chance de alcançar o público presente ali, oferecer conteúdos relevantes para eles e abrir um canal para conversa. É essencial ouvir o que as pessoas estão dizendo para entender o que elas estão falando sobre a marca e colher feedbacks para melhorias (o monitoramento desses canais ajuda muito nisso).

Tenha em mente que elas também podem ser fontes de tráfego para Landing Pages, posts no blog e para o site do seu cliente. Oferecer conteúdos relevantes é uma ótima isca para direcionar o público para esses destinos. Saiba mais sobre o uso de mídias sociais em estratégias de marketing digital.

Enviar campanhas de email

Como falei acima, é preciso gerar Leads para depois se relacionar com eles e encaminhá-los para mais perto do momento de comprar o produto do seu cliente. Uma das melhores maneiras de fazer isso é via email marketing. Opções para fazer isso:

Email promocional: divulgue as Landing Pages criadas para a base de contatos do cliente. Isso impulsiona a geração de Leads, mas não se esqueça de enviar somente para o público que puder ter interesse no tema.

Newsletter: uma boa opção para enviar diversos conteúdos para seu público (posts no blog, chamadas para Landing Pages etc.) e mantê-lo com a empresa em mente.

O envio de emails também pode ser usado para ativar contatos obtidos offline, como em eventos. Puxar esse relacionamento para o meio online pode facilitar a gestão dele.

O desenvolvimento de um website é muito importante para o posicionamento digital do cliente, mas em média, ele fica no ar durante uns dois anos antes de ser reformulado. Como você viu, isso não impede de manter a sua estratégia de marketing digital. Com as iniciativas citadas, é possível continuar gerando resultados mesmo em um período que poderíamos considerar de “entre safra”.

Portanto, da próxima vez que estiver criando (ou reformulando) o website do seu cliente, coloque-as em seu ‘caderninho’ de planejamento paralelo.

 

 

Persona, jornada de compra e palavras-chave: primeiros passos do Inbound Marketing

Personas e palavras-chave

Você já chegou perto de um grupo pessoas que estavam próximas, algumas conversando, outras não, mas em geral, todas distraídas? Imagine se você precisasse passar um recado para cada uma delas e tivesse uma única oportunidade. Qual seria a opção? Gritar ou usar um megafone, certo? Talvez!

Agora, pense na estratégia de marketing digital que sua agência entrega ao cliente. Quando você necessita falar com milhares de pessoas soltas na internet, focar exatamente naquelas para quais o produto possa interessar é um desafio, não? Mas esse passo precisa ser dado,  senão a sua ação de comunicação digital pode gerar o mesmo resultado frustrado da situação descrita no parágrafo anterior.

Segundo Seth Godin, conhecido especialista de marketing digital, um dos maiores erros cometidos pelas empresas é achar que o seu produto pode atender a todos. “Quando a tentativa é criar algo para todo mundo, na verdade, está sendo criado algo para ninguém.” (Veja o artigo onde Godin elenca asequência do êxito.)

Por isso, o sucesso do marketing digital está totalmente ligado à estratégia. O processo de pesquisa, planejamento, criação e definição de metas determina o resultado final. É preciso construir uma base sólida para poder executar ações para o seu cliente focadas no público certo, objetivando o retorno esperado. E o primeiro passo é a definição de personas, conteúdos para jornada de compra e palavras-chave.

“O mais importante é que a marca se posicione como um especialista em seu mercado de atuação. Para ganhar a confiança de seus potenciais clientes e ganhar permissão, os mesmos devem permitir o recebimento de comunicações promocionais de seus produtos.” (Seth Godin)

 

Criação das Personas

Kevin Roberts (autor do bestseller Lovemarks e CEO Mundial da Saatchi & Saatchi), acredita que vivemos a “Era da Participação” onde o profissional de marketing deve inspirar os seus clientes. “O marketing hoje é de muitos para muitos. Há muito tempo deixou de ser movido pela mídia e passou a ser do consumidor.”

Se os clientes estão no poder, eles precisam ser compreendidos. O primeiro passo da sua agência, portanto, deve ser o de descobrir os hábitos, as necessidades, as preocupações e, principalmente, as necessidades daqueles que serão impactados com as suas ações digitais. Enfim: quem é o público do seu cliente?

Não existe uma fórmula única de se determinar as personas. Uma opção é conversar com clientes do seu cliente e identificar seus perfis, suas necessidades e como a solução do seu cliente pode suprir essas “dores”. O importante é chegar a uma – ou mais – persona bem definida para nortear seus próximos passos.

Ao fazer isso você encontrará: o interessado, o influenciador, o tomador de decisão e, claro, o desinteressado. Identifique quais são os seus pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e as fraquezas da marca do seu cliente e trace suas estratégias a partir disso.

Para se inspirar, veja como vários clientes da Resultados Digitais estão desenhando suas personas e tendo expressivos retornos sobre os seus investimentos em marketing digital.

Dica: para identificar com mais precisão quais são as personas e as suas características, uma ferramenta que pode ajudar é o Google Consumer Survey, que permite a criação de pesquisas online customizadas.

 

Conteúdos para a jornada de compra

É fundamental priorizar a jornada de compra das suas personas para determinar quais conteúdos são importantes. O objetivo deve ser de educar e conduzir os potenciais clientes em todas as etapas até o momento da compra de um produto ou serviço.

As etapas das Jornadas de Compras são divididas em quatro partes:

jornada-compra

Após desenhar quem é o público-alvo do seu cliente, o segundo passo se torna em determinar quais conteúdos devem ser produzidos para as respectivas etapas. Por exemplo: um post bem abrangente e introdutório sobre o tema X pode ser usado para quem está na etapa 1. Já para quem está perto da decisão da compra, um material de comparação do seu produto com um concorrente é uma opção. Veja mais sobre a jornada de compra aqui.

 

Definição de palavras-chave

O próximo passo deve ser a especificação de quais conteúdos são relevantes para o público e o negócio do seu cliente.

A definição desses termos irá guiar a produção de conteúdos (posts, eBooks, etc.), compra de anúncios (Google Adwords) e ações de SEO, para garantir que seu cliente esteja bem posicionado no Google e seja encontrado pelo público. Uma boa alternativa para aumentar a precisão da sua estratégia é avaliar palavra a palavra a ser utilizada, o volume de buscas mensais e a relação com o seu negócio.

Por isso, evite:

  • Utilizar palavras-chave genéricas (melhor focar em termos mais específicos)
  • Termos referenciando segmentos muito grandes (exemplo: ao invés de usar a palavra “marketing”, mude para “planejamento de marketing”)
  • Palavras-chave com alta concorrência
  • Palavras-chave com elevado CPC (no caso de usá-la em anúncios no Google)

Veja mais no eBook Pesquisa de palavras-chave para ferramentas de buscas.

Dica: boas soluções para analisar essas condições e encontrar as melhores palavras-chave para os conteúdos a ser produzido para seu cliente são o Google Keyword Planner e o RD Station.

 

Uma base sólida para as próximas ações

Essas ações são essenciais para que sua agência possa definir os próximos passos de Inbound Marketing e entregar resultados concretos ao seu cliente. Antes, se as agências de web, comunicação e marketing digital tinham como missão gerar tráfego para campanhas, agora se tornam parceiros de negócios gerando resultados efetivos nas vendas finais.

Para finalizar, toda boa estratégia depende de dois fatores essenciais: planejamento e execução. Ao definir o próximo passo, pense no primeiro exemplo citado neste texto. Você, com certeza, não estará gritando com todos sem conseguir a atenção de ninguém, mas sim falando com poucos, tendo a atenção necessária e atendendo as necessidades de negócio do seu cliente.

 

 

O uso de tipos de conteúdo no Brasil

O Content Marketing Institute juntamente com a Tracto fizeram um levantamento no ano passado, e detectaram como as empresas estão adotando as estratégias de conteúdo no Brasil.

Veja o gráfico dos canais mais utilizados:

usodastaticasdemarketingdeconteudo

Infográfico: Os números de marketing de conteúdo em 2013 no Reino Unido

Em levantamento feito pela NewsReach, mais de 70 profissionais britânicos de marketing de conteúdo responderam pesquisa que apontavam os investimentos feito nas ferramentas de comunicação no ano passado.

Veja o infográfico: Content Marketing in the UK: 2013 marks the year of intelligent content marketing.

Newsreach infographic

As redes sociais mais usadas para distribuir conteúdo

O Content Marketing Institute publicou, em outubro, um estudo intitulado: B2B Content Marketing: 2014 Benchmarks, Budgets, and Trends—North America.

Como destaque, podemos ver, na imagem abaixo, como os profissionais de B2B usam as ferramentas de social media para distribuição de conteúdo. Veja a relação:

info_social-media-content-channels-B2B

Agora, veja o que os mesmos profissionais acreditam ser mais eficientes.

info_b2b-content-research-2014-confidence-copy